sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Calibragem
Eu mencionei que ela é difícil de ser usada. Isso acontece porque você tem que reconhecer muito bem os detalhes que cada pessoa demonstra, desde a dilatação da pupila até leitura de pensamentos.
Calibragem é o tipo de coisa que a gente aprende com a prática. Com o tempo você vai testando as pessoas e notando as suas reações ao que você vá a fazer.
Geralmente eu calibro a conversa inconscientemente, mais as raras vezes que eu faço com consciência me fazem garantir que isto funciona.
Eu não poderia ensinar isso a vocês, só vou dar as dicas: sugiro que nas primeiras tentativas façam uma coisa fácil, como fazer a pessoa sorrir. Se acharem algo muito simples podem fazer uma coisa mais difícil, como conduzir a pessoa a te dar um abraço ou convencê-la de fazer uma coisa que ela não faria de costume.
Já fiz diversos teste. Gosto(é claro) dos mais positivos, como fazer as pessoas rirem ou entretê-las com alguma coisa sem sentido.
Nesses dias estive pensando em uma boa: convencer uma garota a jogar algum jogo RPG comigo... Hehe, é que a minha prima estava falando hoje comigo que mulher não gosta de jogos como os garotos. Pela minha parte eu jogo dois online(isso é o que acontece estar em uma turma de técnicos). Em todo caso deve ser fácil para mim, já que eu faço as aulas de informática. Melhor aumento a minha espectativa pra 5.
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Dicas para melhorar

Sinceramente, dizem que o título é a coisa mais importante para chamara a atenção do leitor para o texto, mais não gosto de pensar muito em títulos, por isso coloquei esse ava calhado ai.
Vamos ao que interessa...Uma coisa que me ajudava bastante a obter respostas, para todo tipo de questões, era prestar atenção nas pessoas ao meu redor. O que eu pretendo repassar para vocês não seria bem uma técnica, e sim dicas para aproveitar melhor as informações ao nosso redor.
Quando tinha dúvidas sobre como agir, falar, me movimentar, eu simplesmente olhava como os outros faziam tais coisas para depois espelhar. Era uma forma prática e até divertida de aprender o que eu precisava.
Muitas vezes usava isso para aprender matéria de escola, só que de uma maneira diferente: sempre que tinha provas ou coisas assim, eu perguntava ao maior número de pessoas ao meu redor sobre a matéria e dessa forma conseguia um resumo com o mais importante para o meu objetivo(nota!!! hehe). Eu sugiro que se forem aprender dessa forma, perguntem ao professor, porque geralmente eles falam da matéria que vai cair na prova no dia da prova(é uma pena que eu só descobri isso no último mês de escola).
Tinha aquela velha dúvida sobre onde colocar as mãos e acabei descobrindo que ver como os outros agem, é a melhor forma de descobrir o que fazer(tentem pegar modelos que prestem...se for copiar os movimentos do primeiro que você ver, pode acabar mal. Uma pessoa que você admira pode ser melhor para isso).
Para melhorar a tão temida conversa, socialização e até status eu mudava um pouco. Usava filmes, vídeos de piada do youtube(sugiro que procurem "Nois na fita", muito engraçado), anime, conversa entre amigos(de preferencia com um alto status e que todos admirem), em fim, era prestar atenção no que todos gostavam e simplesmente adaptar ao nosso estilo.
Da próxima falo de uma coisa suuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuper importante...CALIBRAGEM...não estou certo se isso é uma técnica, mais ajuda a te aperfeiçoar EM TUDO...
T+
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
O significado do Parkour na minha vida
Ao começar a treinar Parkour, conheci um mundo novo. Um mundo onde as palavras chaves eram liberdade e superação. Uma fala de um traceur(praticante de Le Parkour) me chamou a atenção. Ele dizia que não importava quanto você treinasse, você sempre descobria que podia dar um paço mais, pois o Parkour é assim: não importa quanto você treine, sempre poderá melhorar ainda mais, sempre se superará e evoluirá a cada treino.
Esta é a disciplina da superação. As pessoas olham você fazendo saltos incríveis, acrobacias, mas não entendem a profundidade dessa arte. Nós não treinamos por exibicionismo(exceto os modinha), treinamos porque esta é a maneira que achamos de ser livres, de superar medos, buscar um melhor caminho para nos superar e ser a cada dia cidadãos mais fortes.
Parkour é conhecido como esporte, arte, filosofia, mais é mais profundo que isso. Quando você se encontra por primeira vez no segundo andar, pensando em pular, na sua mente passa um milhão de pensamentos. É uma batalha mental onde os a sua mente tenta te convencer que você não consegue, mais você revida com toda a força para conseguir. Pela minha cabeça passavam pensamentos como “você nunca vai conseguir, você vai quebrar a perna se tentar fazer isso” e eu revidava com “eu sou capaz, se outros milhares conseguiram alturas ainda maiores que essa, eu também consigo”. Chega o momento em que você nota que será impossível se convencer, então declara “nunca vou saber o que vai acontecer se não tentar”. Depois de fazer aquilo que sua mente afirmava com toda certeza que era impossível, se abre em frente de você um mundo de possibilidades, onde todos os dias se encontra um novo desafio, uma nova batalha e ainda mais importante, a busca de uma liberdade a qual nós estamos prestes a conhecer.
Até ai muito filosófico....além das grandes vantagens que consegui superando meus medos e me tornando forte física e mentalmente ainda tem os amigos que fazemos nesse percurso. Eu comecei com um amigo o clan(grupo) de Parkour Free Spirit, e a cada dia achamos novos membros que estão sempre ao nosso lado nos apoiando a seguir em frente e sempre se desenvolver. É uma verdadeira família que fica lá, naquele momento de tensão, te incentivando para continuar e se abrir as grandes possibilidades.
Nos meus dois anos e pouco de treino, eu vi pessoas que chegam a um nível no qual, mesmo vendo, é difícil acreditar no que são capazes. Ms graças a elas eu sei qeu não há limites para a superação.
sábado, 3 de janeiro de 2009
Eu nem sabia que ele tinha sumido!!!
Vou explicar a técnica primeiro... Eu pretendia voltar no tempo e corrigir os erros que cometi na infância usando técnicas de visualização. Consistia em relembrar memórias do passado e refazê-las de um modo mais adequado. O cérebro inconsciente não consegue diferenciar entre o imaginado e o real, então parecia ser uma técnica plausível. Só tinha que recordar os erros e corrigir.
Eu falhei.
A técnica em si é efetiva e fácil de utilizar, só que ao tentar recordar o meu passado, descobri que tinha esquecido ele. Isso mesmo, eu esqueci. Só consegui lembrar de 4 coisas ruins que eu fiz e mesmo assim não eram coisas graves ou que eu já tivesse concertado. Em fim, nesse ponto eu comecei a me sentir mal por esquecer o meu passado, então comecei a buscar tudo sobre o passado. Queria saber quanto dele eu ainda lembrava. Foi algo inesperado. Realmente eu lembrava poucas coisas. Dos 14 anos pra trás as lembranças são quase nulas e dos 8 anos pra trás eu não lembro absolutamente nada.
Muitos das recordações que eu tenho não passam de montagens feitas pela minha mente, que pegava fotos e depoimentos de conhecidos para montar falsas memórias. A verdade é que eu não lembro. Não sei como ou porque isso aconteceu, mas com certeza me abateu pensar que tudo que eu fiz não pode ser lembrado.
Comecei a usar outra técnica. Pensei: já que não tenho as minhas lembranças, vou fazer umas novas. A regra do cérebro que não consegue ver a diferença ainda tava valendo, então eu criei novas memórias que fossem mais produtivas e realizadoras. Isso só me trará benefício. Posso não lembrar o passado, mais vou me esforçar para fazer melhores lembranças no futuro.
T+
